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O Natal que não pode morrer: ouro, incenso e mirra


Enquanto corriam as festividades natalinas de 2012, O Espírito Santo me levou a refletir sobre a história dos três reis magos que foram visitar o menino Jesus.
O capítulo 2 do livro do Evangelista Mateus registra-nos sobre os magos que seguiram a estrela e chegaram ate o lugar onde encontraram o Messias prometido nos livros proféticos do antigo testamento. E nos dão uma lição de como nos apresentar diante de Cristo: nunca de mãos vazias. Pois, “abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.” (Mt 2: 11).
A bíblia registra em Mateus 6:21 que onde estiver o nosso tesouro, aí está também o nosso coração. Desse modo, é fácil compreender que se aplicarmos a um contexto espiritual, veremos que não chegar diante de Cristo com mãos vazias, não fala de oferta de bens materiais, mas sim de coisas valorosas que estão em nossos corações.
OURO
O ouro representava a monarquia, era o presente dado a um rei. Ouro lembra reino. Quando os magos ofereceram ouro a Cristo, eles estavam reconhecendo a Cristo como o verdadeiro rei, aquele que havia de reinar em Israel, o rei dos Judeus. Lucas 17:20 nos fala deste reino, um reino que não vem com aparência exterior, mas que acontece dentro de cada coração quando pedimos a Cristo que assuma o trono em nossas vidas. Na oração que Cristo nos ensinou está muito claro “venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade assim na terra como no céu”. Quando oferecemos o trono dos nossos corações a Cristo, deixamos que ele faça “assim na terra como nos céus”. Assim na minha vida como é nos céus, assim na minha igreja como é nos céus, assim na minha casa como é nos céus. Quando Cristo se torna o nosso Rei, ainda que o nosso descanso não seja aqui, nossa vida se torna um pedacinho do céu.
Em marcos 4:30, há um registro ainda importante, fala que o reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que é uma pequena semente, mas quando germina, se torna a maior das hortaliças. Talvez essa simples passagem por este texto não cause um grande impacto de algo diferente do que você já tenha ouvido falar a respeito do reino de Deus. Mas tenho certeza que ficará uma sementinha, que se regada, ira crescer, se tornará grande e renderá frutos.
INCENSO
O incenso era presente dado a um sacerdote. Doar incenso significa reconhecer Cristo como sacerdote eterno. O sacerdote era a pessoa que, no antigo testamento, fazia o Elo de ligação do homem com Deus. O incenso representa a adoração, quando queimado subia aos céus e o cheiro agradava a Deus. Dar a cristo o nosso incenso, implica em adorá-lo. Ele deve ser adorado dia e noite, com a nossa boca, com o nosso coração e principalmente, com as nossas atitudes. Em apocalipse 8:3 João teve uma visão de um incensário trazido por um anjo onde ali com o incenso eram colocadas as orações dos santos.
Talvez tenha faltado o incensário espiritual em sua vida e por isso você acaba, muitas vezes, sentindo que as tuas orações não passam do teto. As tuas orações não tem subido aos céus? Adore um pouco mais, compreenda o mistério da adoração. Não ache demais 1h e 30 min de culto algumas vezes na semana para ofertar a Deus o melhor da sua adoração. Não ache que meia hora de joelhos dobrados é muito tempo e você verá a sua oração subir, é o incenso com que você está presenteando Cristo.
MIRRA
A mirra é uma espécie de perfume e muitos são os seus registros ao longo da bíblia sagrada, de modo que se faz necessário sintetizá-los.
Em provérbios 7:17 fala que a mirra é usada para perfumar o leito e prepará-lo para uma relação íntima. É assim que a noiva espera pelo noivo. Se olharmos a bíblia como um todo, veremos que o reino dos céus é semelhante as 10 virgens que saíram ao encontro do noivo. Nós, enquanto igreja, somos a noiva de Cristo e precisamos estar nos preparando para o momento glorioso que será a vinda de Cristo. Mirra fala de preparação para as bodas, tu estás preparado para este grande dia?
Em salmos 48:8 a bíblia registra o uso da mirra para perfumar as vestes. Afinal, bem aventurado são aqueles que chegam até a presença de Cristo com as suas vestes limpas, que foram lavadas no sangue do cordeiro. Desse modo a mirra também fala de preparação de nossas vestimentas espirituais.
Em êxodo 30:23, a mirra é lembrada como um dos componentes do azeite da unção do tabernáculo. Assim, compreendemos que a mirra também nos ensina a buscar a unção de Deus. A unção que despedaça o jugo e faz toda a diferença na vida do cristão.
Como tu tens se apresentado diante da presença de Cristo? De mãos vazias? Ou tens levado ouro, incenso e mirra, reconhecendo que Ele é Rei, que é digno de toda adoração e que somos necessitados do seu azeite para que possamos  dia após dia, nos prepararmos para encontrarmos com Ele nos céus.
Para o verdadeiro Cristão, todo dia é natal.

Vencendo desafios no deserto


No livro de Deuteronômio 8:15 encontro o seguinte texto “...que te guiou por aquele grande e terrível deserto de serpentes ardentes, e de escorpiões, e de terra seca, em que não havia água; e tirou água para ti da rocha pederneira”.
O texto em epígrafe é escrito em um período que o povo Israelita caminhava rumo a sua promessa de ser uma naca e serve como um alerta para o povo de Israel de que quando entrasse na terra prometida, não se esquecesse de Deus que havia lhe guiado por um deserto.
Antes de toda a benção e de toda a promessa se cumprir em nossa vida, há um deserto a enfrentar e nunca devemos nos esquecer de que Deus nos ajuda a vencer os desafios do deserto.
Este versículo nos traz três desafios existentes em um deserto: serpentes, escorpiões e sequidão dos quais podemos dissertar a seguir.
I – Serpentes
Deserto é lugar de serpentes. A análise do capítulo 3 do livro de Gênesis nos deixa bem claro que a serpente representa o inimigo das nossas almas, Satanás. Quando estamos no deserto ele vem para nos tentar. Ate o próprio Jesus Cristo, (ver Mateus Capítulo 4) foi para o deserto para ser tentado pelo Diabo. As tentações do Diabo se resumem em três coisas. Em 1 João 2:16  está escrito: “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.”
Quando falamos em concupiscência da carne, devemos lembrar o que Paulo aos Gálatas “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.” (Gálatas 5:19-21). Nunca devemos nos esquecer que não existe hierarquia de pecados, ou seja, não há “pecadinho” ou “pecadão”. Se você se entrega em bebedices ou se você é um homicida, você é pecador e perante Deus você está condenado, a menos que você se arrependa e clame pela graça divina.
A concupiscência dos olhos está relacionada com a cobiça. Quando Satanás tentou a Cristo, ele lhe mostrou os reinos do mundo, e disse: “tudo isso te darei se me adorares”, muita gente se corrompe pela concupiscência dos olhos. O desejo de ter o carrão, o luxo, o glamour, leva ao submundo do crime. O desejo de ter o corpinho leva ao adultério. E assim, muitas vezes se vai a um caminho sem volta quando se é vencido pela concupiscência dos olhos.
Por fim a soberba da vida. Talvez o pecado que mais nos afaste de Deus é quando nos ensoberbecemos. Crescemos nos sentimos e nos achamos auto-suficientes e que não precisamos mais do todo-poderoso. Muitos vêem o agir de Deus, mas acham-se sábio demais, intelectual demais para acreditar nas loucuras bíblicas. Afinal a palavra da cruz é loucura para os que perecem. Mas quando nos colocamos no nosso lugar e nos humilhamos aí Deus entra em ação. Que possamos não ser arrogantes, hipócritas, convencidos e auto-suficientes mas humildes.
II- Escorpiões
Escorpiões também representam os demônios que trabalham em prol da nossa destruição. Fazem parte de uma classe de seres que só conjugam três verbos: matar, roubar e destruir (João 10:10). E o maior trunfo destes é fazer com que não acreditemos neles, logo, se não acreditamos, não lutamos contra e somos facilmente vencidos. E quando somos vencidos, só sentimos a dor da picada e a dor muitas vezes é desesperadora.
Quando olho para o evangelho, segundo escreveu o médico Lucas, vejo no capítulo 09 que Jesus faz uma multiplicação de pães e peixes e alimentou uma multidão de pessoas. Mas logo no capítulo de número 10, eu vejo ele enviando pessoas a fazer a sua obra. Infelizmente, o número de pessoas com que Ele pode contar é reduzido, apenas 70. A história prova que Deus nunca contou com a maioria. A grande maioria está interessada em pães e peixes e milagres de Cristo, mas não estão interessados em obedecer a sua voz. Enfim, mas o que devemos tirar deste texto é a promessa de Jesus no capítulo 10:19 do livro de Lucas, uma promessa. Esta promessa não é para a multidão que quer pão e peixe, mas para os setenta que querem compromisso.
“Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum.”  Lucas 10:19
Quando temos compromisso com Ele, temos a certeza que Ele nos dará poder para vencer as serpentes e escorpiões do momento presente.
III- Sequidão
Talvez o mais difícil de todos os desafios é conviver com a sequidão do deserto. Nos primeiros capítulos do livro de Êxodo temos o relato do povo de Israel após cruzar o mar vermelho. Caminharam três dias e não acharam água até que chegaram a uma fonte, mas não puderam beber dela, pois era amarga, e chamaram aquele lugar de Mara.
Quando estamos sedentos por alegria, felicidade momentos de prazer, vamos caminhando até encontrar fontes. Mas muitas das vezes as fontes que eram para saciar a nossa sede são amargas. A família que deveria ser uma benção se torna marcada pela amargura da convivência. O emprego que outrora era prazeroso agora acumula uma seqüência de problemas. Os sonhos do passado viraram em pesadelo e você não pode mais beber dessa água, pois é amarga. A história de Israel nos conta que o povo clamou e Deus transformou as águas em doces, e mais do que isso: caminharam um pouco mais e chegaram até um lugar chamado Elim e  havia ali 12 fontes de água e 70 palmeiras onde o povo parou para descansar e teve água em abundância.
Escrevo com a convicção de servir um Deus poderoso para transformar as águas amargas de Mara em doces. Só ele faz da luta vitória, da tristeza alegria, da doença cura, do dissabor prazer, da tempestade em bonança, de uma noite fria e sem luar em um lindo dia de sol. E mais do que isso, pra quem é fiel na escassez de Mara, depois Ele coloca na abundância de Elim.
Se tudo está difícil, se as águas estão amargas, clame a Deus que Ele vai transformar, mas não reclame, seja grato a Ele pelo que tens, pois quem é fiel no pouco Deus coloca sobre o muito. Ainda tem vida pra você, a sua história não acaba aqui, ainda tem uma página inteirinha e será escrita pelas mãos de Deus. Disse Jesus: quem tem sede venha e beba, tome de graça da água da vida, pois só ela sacia a sede da alma.

TENTE OUTRA VEZ


Tente outra vez
No livro de lucas Capítulo cinco temos uma interessante passagem:
“E, respondendo Simão, disse-lhe: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sobre a tua palavra, lançarei a rede.
E, fazendo assim, colheram uma grande quantidade de peixes, e rompia-se-lhes a rede.”
Lucas 5:5-6
Pedro, Tiago e João haviam trabalhado a noite toda a procura de peixes e nada haviam pescado. Quando já haviam desistido e estavam lavando as redes Jesus chegou para eles e disse-lhes “voltem para o grande mar”. Simão Pedro sabia que havia trabalhado muito e não tinha conseguido nada, mas era Jesus que estava mandando: tente de novo.
Quantas vezes temos frustrações em nossas vidas. Momentos estes em que dá vontade de largar tudo, abandonar tudo. Frustrações.
Lembro-me do dia que fui fazer minha carteira de habilitação, passei no exame para motocicleta do qual eu estava nervoso e fui para o exame de carro. Estava tão confiante na aprovação e na força do meu braço que não parei o carro totalmente em uma rótula, resultado: Reprovação. Orei a Deus, e fui tentar de novo, resultado: Aprovação.
Lembro-me de quando iniciei a pregar a palavra e estava em busca do reconhecimento. Por alguns anos, vi amigos sendo consagrados a diáconos, presbíteros, até evangelistas e eu desde os 15 anos de idade me dedicando à pregação da palavra. Passaram se os 18, os 19, os 20 e nada do reconhecimento chegar. Mas a cada ano eu continuava firme, trabalhando pra Deus. Com 21 anos de idade chegou o reconhecimento e fui consagrado a diácono, onde só então pude perceber que não deveria ter sido antes e que o diaconato é uma grande responsabilidade, então aprendi a esperar o tempo de Deus no crescimento ministerial.
Mas talvez a grande decepção da minha vida aconteceu em dezembro de 2011, quando recebi o resultado do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Um insatisfatório 4,9 quando precisava de um 6 para ser aprovado. Após cinco anos de esforço nas cadeiras da faculdade, chegar na reta final da faculdade e ao invés de aprovação receber um presente de grego. Deus estava provando a minha fé.
Eu tinha duas escolhas: a primeira, lamentar, chorar e me deprimir; a segunda estudar, orar, confiar em Deus e tentar de novo. Optei pela segunda opção. Hoje é dia 27/07/2012, estou completando 23 a nos de idade e há uma hora atrás recebi a noticia da aprovação no EXAME DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. Ao olhar o índice de aprovação final, vi que foi de pouco mais de 12%, um índice muito baixo com relação aos outros exames o que denota uma grande dificuldade no nível de prova. Hoje é um dia marcante, talvez o mais feliz da minha vida até o presente momento. Vale a pena servir a Deus, vale a pena ser fiel. Vale a pena ser CRENTE.
Hoje também serviu para refletir nos sete últimos meses que passaram. Nesse período recebi propostas muito interessantes de trabalho, mas que só seriam concretas se eu tivesse com a carteirinha da OAB. Sei que hoje não estaria em Santa Rosa e estaria muito distante daqui. Algumas delas, já percebi que teriam sido furadas. Então compreendi que a reprovação lá de dezembro, foi Deus me guardando de dar passos errados.
Se as coisas até aqui não deram certo pra você, no tempo de Deus dará. Nunca esqueça que Jesus te ama e te guarda e hoje deixo o meu simples conselho pra você. Tente outra vez! Tente outra vez! Tente outra Vez! Ainda não é hora de parar. Você errou hoje? Amanhã você acertará. Você pegou atalhos que te levaram a uma estrada sem saída? Volte para o caminho e prossiga em retidão.
Quanto ao resultado da pesca de Pedro Tiago e João: tiraram a rede cheia de peixes, pois a pesca foi no tempo de Deus e sob a palavra de Cristo, prepare-se para viver o extraordinário, o tempo de abundância está vindo sobre tua vida – no tempo dEle.

Recomeçando após o erro


Por Jacson Bueno de Lima
Ao ler o livro de Atos no capítulo 13 e versículo 22, deparo-me com a descrição de um homem segundo o coração de Deus, DAVI. Personagem este, de grandes histórias, de grandes conquistas, e de um currículo invejável. Quando pensamos em Davi, logo pensamos na batalha contra Golias, logo lembramos dele como um Super Herói. Entretanto, quando eu olho para a história de Davi, eu vejo um homem imperfeito, cheio de erros.
Dos seus maiores pecados, o capítulo 11 do 2º Livro de Samuel, e seus capítulos subseqüentes, narra a história de alguém que seria passível de pena de morte. No capítulo 11, Davi cobiça a mulher de outro homem, usa de seu poder para adulterar com ela e não obstante a isso, manda matar o seu esposo para ficar com ela. Para os homens, Davi se tornou alguém da pior espécie. Mas então, Deus entra em ação.
A primeira atitude de Deus para com o homem errado é a correção. Deus permite que desta relação adúltera seja gerado um filho. Embora, fruto de uma ilegalidade aos olhos do pai, crescem as expectativas de Davi de ser pai. Por nove meses Davi imagina seu filho dando seus primeiros passos, falando a primeira palavra, aprendendo a lutar como ele e quem sabe ser o seu sucessor no trono de Israel. A criança nasce e então é acometida de uma enfermidade e vem a falecer. Davi passa por uma grande decepção e só agora consegue se dar consciência do seu pecado.
Neste momento, Davi coloca a mão na consciência e se vê em frente ao espelho como um homem adúltero, assassino e somando se a isso a perda recente de um filho. Poderia ele parar por aí, renunciar ao trono, desejar a morte, deprimir-se, desistir de lutar. Mas Davi toma algumas atitudes

“Então Davi se levantou da terra, e se lavou, e se ungiu, e mudou de roupas, e entrou na casa do SENHOR, e adorou. Então foi à sua casa, e pediu pão; e lhe puseram pão, e comeu.”
2 Samuel 12:20

Davi, resolveu tocar a vida em frente ao invés de ficar lamentando o que ficou para trás e ainda no mesmo capítulo, Davi ajunta o povo para uma batalha e vence, voltando a ser o velho Davi vencedor.
Tomo por base este texto para falar a pessoas que em algum momento da caminhada cometeram falhas inadmissíveis, erros imperdoáveis à ótica humana. Pessoas que com suas atitudes, permitiram que os outros criassem uma imagem péssima de sua vida e agora não sabem como voltar atrás e concertar o erro. Sofrem assim, com uma das piores dores que é a consciência pesada. Deitam a noite e o sono não vem, pois jogaram fora o que tinham de mais precioso por um minuto de bobeira. Nesses momentos, perdem-se amizades, perde-se a confiança, perde-se a fé, perde-se a santidade.
João, em sua primeira Epístola, no capítulo 2 e versículo 1 recomenda que não pequemos, mas logo em seguida ele complementa: “se alguém pecar, temos um advogado [...]”. A recomendação é que não façamos tudo conforme nossos próprios desejos sob o argumento de que tudo Deus perdoará, entretanto, fica claro que o erro não é o fim da linha.
As atitudes de Davi nos servem de exemplo de como começar de novo e seguir em frente.
I-                   Davi se levantou da terra.
Servo de Deus não nasceu para ficar prostrado, não nasceu para ficar no chão, ainda que peque, o Sangue de Cristo na cruz do calvário remiu o pecado do homem e quando se peca, deve se olhar para a cruz de Cristo e perceber que somos mais que vencedores, porque Ele pagou o preço por nós
II-                 Davi se lavou.
Lavar em Israel era um ritual de purificação. Quando Davi se lavou ele disse para si mesmo: - “Eu não quero mais estar sujo”. Lavar-se significa tomar uma atitude frente ao erro e ao pecado e dizer –“Eu errei mas não quero errar mais e vou fazer o correto daqui pra frente”. Limpe-se de toda a sujeira, jogue no lixo o adultério, a prostituição, as bebedices, orgias, iras, contendas, inimizades, porfias, dissensões.
III-             Davi se ungiu
A unção é a capacitação de Deus. Quem é ungido vence o urso, vence o gigante, vence o inimigo, vence as adversidades. Certa vez Daniel e Samuel escreveram em uma de suas composições “é na unção divina que você passa por cima do inimigo e vai e aonde você chega diferença faz, você canta, você fala e Deus faz um milagre”. É tempo de buscar a unção de Deus sobre a sua vida.
IV-             Davi mudou de vestimentas
Quando alguém estava triste ou em luto na nação Israelita, este se vestia de saco para mostrar a todos que estava triste. Hoje não possuímos este costume, mas “vestimo-nos de saco” com nossos semblantes caídos, com olhares longes, tristes e perdidos. Mudar de vestimentas como Davi mudou, implica em tirar a tristeza da cara e do coração, erguer a cabeça, bater no peito, sacudir a poeira e colocar um sorriso no rosto, pois a vida precisa seguir em frente.
V-                Entrou na casa do Senhor e adorou
Davi foi para a igreja, foi para o lugar do socorro, foi ouvir um louvor, uma palavra e adorar ao Senhor Deus.
        Existem dois tipos de pessoas que precisam entrar na igreja: aquelas que não participam de cultos a Deus e aquelas que muitas vezes estão na igreja apenas de corpo e não de mente. Tenho visto cultos em que após a ministração pessoas cantam, choram, são renovados, recebem os dons do Espírito Santo, entretanto alguns permanecem com “cara de delegado” como quem comeu alho. São pessoas que estão ali para cumprir um ritual e não para adorar. Existem pessoas dentro da casa do Senhor que precisam entrar na casa, entrar no clima, mergulhar na adoração, buscar um nível mais profundo de intimidade com Deus.
VI-             Davi pediu pão e comeu
        A palavra de Deus é como um pão que alimenta. Nós só conseguimos prosseguir na caminhada a partir do momento em que queremos nos alimentar deste pão que alimenta a alma o qual é a palavra de Deus.
Um dos principais pontos que necessitam crescimento, em se tratando de alimento da palavra de Deus, é a compreensão de que Deus não fala aquilo que queremos ouvir, mas aquilo que ele quer que ouçamos. Por vezes até nos decepcionamos quando ouvimos algo que vai contra os nossos conceitos, mas devemos entender a soberania divina.
         É tempo de compreendermos que Deus é o criador do homem e não o homem o criador de Deus. Deus é soberano e fala o que Ele quer, quando Ele quer e na hora que Ele quer, tudo porque a vontade dele é perfeita. Nem um homem tem a capacidade e poder para questionar a vontade de Deus. Deus alimenta a nossa alma com sua palavra e nem sempre o alimento é a sobremesa doce, às vezes é preciso um alimento forte, consistente, que combata o erro e o pecado veementemente. Não precisamos de palavrinha de auto-ajuda precisamos sim a ajuda do alto para que não cresçamos raquíticos espiritualmente, mas forte, firme e firmado na rocha que é Jesus Cristo e na consistência de sua palavra.

Jesus Cristo e o Direito Penal Mínimo


O direito penal mínimo surgiu após a idade média como uma alternativa a aplicação de penas através da sanção estatal. Tal teoria afirma veementemente que existem momentos em que não é necessária a aplicação do Direito Penal. Nesse sentido entende-se que a pena é uma violência exercida pelo Estado e só deve ser usada em última instancia, quando não há outras formar de reprimir e prevenir determinadas condutas.
Tal teoria teve sua aplicação somente a partir do Século XIX onde começou a fazer parte de preceitos constitucionais e nortear os princípios basilares do Direito.
Entretanto a sabedoria divina é aquela que excede a sabedoria humana. Antes que os primeiros estudiosos cogitassem a aplicabilidade do Direito Penal Mínimo, Jesus Cristo foi o grande autor de tal ciência jurídica não só por cria-la, mas por aplica-la em um caso concreto.
Veja a transcrição Do capítulo 8 do evangelho de João, versículos 3 a 7.
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E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério;
E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando.
E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?
Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.
E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.

Veja o olhar jurídico sobre a referida passagem. Temos um Estado legítimo: Israel. Temos uma norma positivada: Lei Mosaica. Temos um crime: Prostituição. Temos uma pena: Apedrejamento.
O sistema legal e eclesiástico vigente em Israel ordenava a aplicabilidade de uma pena. Mas Jesus Cristo, como criador do Direito Penal Mínimo, em sua incomparável sabedoria faz algo Diferente. Ele rompe com o sistema penal apresentando algo alternativo a sanção posta pelo Estado. Ele mostra que a lei e o Direito Penal nem sempre são as alternativas mais adequadas para um caso. E por fim o mais importante, Ele mostra que é possível ressocializar o indivíduo ao dizer para a mulher: - Vai e não peques mais.
Infelizmente, deixamos de seguir este ensinamento e continuamos a achar que vivemos uma sociedade de mocinhos e bandidos. Esquecemos que somos todos criminosos, pois erramos por diversas vezes. E no final matamos, com nossas opiniões, àqueles que ousam discordar dessa sociedade com conceitos velhos cheia de ódio, rancor, violência e vingança.
Mas em todos os sistemas, sempre há alguém que desafia e acredita na mudança. Louvado seja Deus pela vida de pessoas que não descartam os seres humanos jogados no esquecimento do cárcere. Que bom que há assistência religiosa no sistema penitenciário. Faço parte de uma entidade (Assembleia de Deus) que tem recuperado muitas pessoas que foram marginalizadas pelo sistema e pela sociedade.
Todos merecem uma segunda chance, todos merecem uma chance de ser resgatado e mudar de vida, de tornar-se uma pessoa melhor. Não sejamos hipócritas de nos acharmos inocentes e jogar pedras naqueles que não tiveram outras oportunidades na vida.

VESTIDOS E REVESTIDOS

Vivemos em um presente contexto de acirradas discussões eclesiásticas quanto a usos, costumes, doutrinas e maneiras de um cristão proceder diante da sociedade. Esta importante discussão acrescenta em muito o fortalecimento da fé cristã por parte daqueles que estão preocupados em conservar uma igreja santa e agradável aos olhos de Deus. Neste contexto, diversas reflexões são feitas e a hermenêutica bíblica muitas vezes conduz a interpretações diversas por alguns dos nossos estudiosos e teólogos. Entretanto as lições bíblicas ao discorrerem sobre vestimentas, por vezes, nos trazem ensinamentos que vão além de uma mera discussão costumeira, pois falam daquilo que é incorruptível, imaterial, das coisas que são de cima.
O vestir de um ser humano, muitas vezes, denota as suas características. Olhamos para uma pessoa e muitas vezes já imaginamos sua vida, seu meio sociocultural e as pessoas com as quais esta convive. Em que pese muitas vezes estarmos equivocados, outras vezes, chegamos a conclusões inequívocas. Olhamos para alguém com um jaleco branco e logo concluímos tratar-se de um profissional de saúde, e as suas credenciais o identificarão como médico, enfermeiro, dentista, farmacêutico, etc. De igual modo vemos alguém de terno e já imaginamos um executivo, um advogado, um empresário. Assim acontece com o profissional de serviços pesados quando o vemos com o macacão de sua empresa.

Qual a melhor roupa? A resposta é “Depende”. A melhor é a mais adequada para aquilo que estarei fazendo. A melhor roupa para tarefas na cozinha, não é a melhor para tarefas no quintal de casa, que também não será a melhor para um passeio, para ir a igreja, para ir a universidade.

Quando a bíblia fala em vestimentas ela está falando em capacidade e disposição para aquilo que pretendemos fazer. No capítulo 12 de 2 Samuel, vemos um rei Davi chorando a morte de seu filho e se humilhando na presença de Deus. Davi estava vestido de sacos e humilhado na presença de Deus buscando a cura para o seu filho, mas quando a morte chegou e a esperança naquele milagre acabou, ele entendeu que a vontade de Deus era diferente da sua. Então Davi (v. 20) se levantou, se lavou, se ungiu e MUDOU DE ROUPAS e entrou na casa do Senhor e adorou. E então Deus tira Davi do luto para voltar a luta e prosseguir a sua jornada e posteriormente fazer grandes coisas na vida de Davi.

Ao mudar de roupa, Davi está mudando a sua predisposição. Está mudando suas atitudes e colocando vestes reais pois Deus o havia capacitado para ser rei em Israel. Deus nos veste de capacidades e Ele dá a cada um a “vestimenta” de acordo com o trabalho para qual ele designa.

Muitas vezes questionamos, pois queríamos outra capacidade, queríamos algo diferente, olhamos para os que nos cercam e nos sentimos pequenos. Mas se Deus assim o faz é pela necessidade de que seus trabalhadores atuem nas diversas frentes no resgate as almas para o reino dos céus. Nem todos os cantores da música gospel gravarão pela som livre, pela patmos music, ou terão o seu CD divulgado pela globo, alguns serão chamados a cantar no deserto e pela sua capacidade fazer aquilo que vier a sua mão para fazer. Nem todos os pregadores estarão nos grandes púlpitos, em GMUH, das matrizes, alguns- assim como eu- serão chamados a levar a palavra aonde ninguém quer levar, aos poucos, nas igrejas pequenas, aonde estão os esquecidos. E nem todos farão o trabalho no lado de dentro da igreja, a maior tarefa começa da porta da igreja pra fora, na evangelização de almas e nisso todos nós temos que trabalhar. Deus dá capacidade para cada um. Ele nos veste de acordo com o nosso trabalho.

Entretanto, nem sempre é suficiente estarmos vestidos. Imaginemos que vamos sair em um dia de chuva. Se sairmos vestidos como habitualmente estamos acostumados a nos vestirmos certamente enfrentaremos seríssimas dificuldades e voltaremos encharcados. De igual modo ao sairmos em uma temperatura rigorosamente baixa precisamos algo mais além do que estamos acostumados a vestir. No sul do país há uma vestimenta usada pelo gaúcho chamada de Pala, nos dias mais frios, a pessoa veste toda a sua roupa e por cima dela coloca o pala. De igual modo acontece com a capa de chuva em dias chuvosos, estou colocando algo além da roupa. Isto é revestir.

O revestimento é uma proteção extra para momentos especiais. Seja, na chuva, no frio, seja para enfrentar uma batalha como um bom soldado na guerra é necessário e imprescindível que haja um revestimento.

Quando Deus chama alguém para fazer a sua obra ele VESTE de capacidade, mas ele nos orienta que não basta que estejamos vestidos. É preciso estar revestido. Antes de Jesus subir aos céus, ele prometeu aos seus discípulos que eles fariam coisas maiores do que o próprio Cristo havia feito. Curariam enfermos, expulsariam demônios, pisariam em serpentes e escorpiões, comeriam coisa mortífera sem que esta lhes fizesses dano algum. Jesus havia estado com eles, instruído, conhecido os seus talentos e capacidades mas o Mestre sabia que haveriam momentos em que a capacidade limitada não seria o suficiente e por isso ele dá uma ordem fundamental para a igreja da dispensação da graça: “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. Lucas 24:49”

O segredo para vencer as limitações, as faltas de talento, as faltas de jogo de cintura ou a inexperiência existe está no revestimento de poder. É possível que em momentos de alegria, de mesa farta, de acomodação, de sentar em frente a uma televisão e tornar-se um alienado para aquilo que a mídia injeta na cabeça das pessoas seja suficiente estar vestido de capacidade humana. Mas o enfrentamento as batalhas, tempestades, imprevistos de uma vida de trabalho pra Deus é imprescindível o revestimento de poder.

É preciso buscar, clamar, bater, insistir, orar todos os dias, para que Deus nos revista de poder e enfrentemos todas as lutas, todas as provas, todas as dificuldades com a certeza de que em Cristo somos mais que vencedores.

Decisão do TJ-RS


O TJ-RS, a pedido de uma associação de lésbicas, determinou que se retirassem os crucifixos dos prédio do judiciário, sob o pretenso argumento de que o Estado é laico.
Considerando que o pedido foi feito por um grupo de lésbicas, podemos concluir que nós passamos do limite do respeito as diferenças para subordinar aos caprichos de uma minoria que se sente incomodado com algo que transcende a religião. Somos culturalmente Cristãos. As marcas do Cristianismo estão em todos os setores da sociedade e 90% do povo brasileiro é Cristão.
Ainda que nós crentes não temos por costume o uso de crucifixos, fico profundamente incomodado pois a decisão ferem nossos irmãos católicos, diante daquilo que consideram símbolo da morte de Cristo na cruz.
Mas o que me deixa contente é que eles podem tirar crucifixos dos prédios, das escolas e até das igrejas, mas jamais apagarão a mensagem da cruz dos corações dos crentes. Ele morreu por nós. 

Culpados pela crise

Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. Apocalipse 22:15

Estamos vivendo dias ruins sob a ótica climática. O petróleo acabando, as fontes de água potável se esgotando, pessoas morrendo de sede. Grandes cidades sendo assoladas pela poluição do ar, secas no Sul, enchentes no norte.  Casas sendo destruídas pela água, plantações  sendo destruídas pela estiagem. Muita gente se lembrando de Deus nesta hora, pedindo a Deus por chuva e alguns se revoltando contra Deus.
Pessoas que quando colhiam seus 50 Sacos de soja ou 80 sacos de milho por hectare não se lembraram de agradecer. Pessoas que quando o gado dava o seu leite e havia fartura nunca lembraram de Deus, esqueceram-se de ir a igreja, esqueceram que Deus é dono de tudo e que só agora lembram.
A bíblia é cheia de historias das vezes que o povo ora ia bem, ora ia mal. Momentos de fartura e alegria e momentos de tristeza e dor. Se você ler o antigo testamento verás que quando o povo se humilhava Deus dava vitória. Porém quando o povo esquecia se de Deus era derrotado.
Entre uma das causas das derrotas do povo estava a idolatria. Sugiro a leitura do segundo livro de Reis em especial os capítulos 17, 21, 23 entre outros. O povo levantava imagens de esculturas, fazia disso os seus ídolos e Deus perdia o compromisso com eles. Isto porque Deus sempre abominou a idolatria.
Deus está abominando a idolatria nos dias atuais e por isso muitas vezes estamos sendo entregues a tantas intempéries do tempo. Somos os verdadeiros culpados pela crise. Mas quais são as nossas idolatrias se nós não estamos levantando imagens de escultura diante de nós? Muitas coisas.
Esporte é legal, lazer é legal, diversão é legal. Mas quando as pessoas acharem o máximo o grito de gol e criticarem o grito de Gloria a Deus e Aleluia (Filipenses 2:11), estarão sendo idólatras. Quando não se perde um jogo do time do coração, ainda que o mesmo jogue na quarta e no domingo e não se importe em perder culto ainda que seja uma vez por semana, se está sendo idólatra e fazendo do time do coração um motivo para pecar contra Deus. E isto jamais pode ser mais importante que Deus.
Quando se faz as maiores declarações de amor a pessoa amada, manda-se flores e não se lembra de dizer “Senhor eu te amo”, “Senhor eu te adoro” está se fazendo do amor eros uma idolatria. Pior ainda é a situação que deixam Deus de lado e trocam sua comunhão com Deus por causa de um namoro, muitas vezes por causa de um relacionamento errado e pecaminoso.
Quando a igreja começa ficar longe demais, as pedras duras demais e o desgaste muito grande para o nosso carro para irmos fazer uma visita a um necessitado, ainda sabendo que essa pessoa precisa de Deus, o carro está virando uma idolatria e isso é abominação perante Deus. Não podemos nos apegar a coisas materiais. O amos ao dinheiro é a raiz de todos os males (1 Timóteo 6:10) .
Quando o Facebook, o Ttwitter, o Orkut, o MSN ocupa mais o nosso tempo do que orações e leitura bíblica ou de algo que nos edifique, e quando não utilizamos esses meios para falar de Deus para pessoas, estamos fazendo disto os nossos ídolos.
Quando temos vergonha de carregar a bíblia em baixo do braço, mas não temos vergonha de carregar a bola, a chuteira, a garrafa de champanhe, o livro da faculdade estamos fazendo de tudo isto a nossa idolatria.
Quando a novela e o filme faz a gente ficar em casa e não buscar Deus. Quando tudo ao nosso redor nos coloca acima de Deus, isto é idolatria, mas nós devemos amar a Deus ACIMA DE TODAS AS COISAS (MT 22:37 e 38).
Ame a Deus mais que seus pais, mais que sua diversão, mais do que o seu sucesso profissional. Ame a Deus mais do que seu amor, mais do que sua paixão, mais do que o seu prazer carnal. Ame a Deus mais do que o desejo de beber, de fumar. Ame a Deus com mais força do que o ódio que está em seu coração e que te faz brigar, causar intrigas no teu lar e fazer da sua vida um inferno.
Aos idólatras só há um destino, INFERNO. A bíblia diz, ficarão de fora (apocalipse 22:15) [...] Os idólatras. E só há dois caminhos, se você não estiver no caminho da salvação, estará no caminho da condenação. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer já está condenado. O mundo está anunciando que Cristo volta, o apocalipse está se cumprindo, é só olhar para evidências externas. Não te esqueças que os idólatras ficarão de fora. Não há uma terceira opção.
Ou quebramos os ídolos do nosso coração e trazemos a benção de Deus para as nossas vidas ou já estamos condenados a morrer na perdição. Olhe pra dentro de você, reflita sobre seus atos e depois se lembre dos seus amigos e repasse.